«K. Maurício só era feliz quando se refugiava no sonho, só era feliz quando se calafetava por dentro, construindo à sua vontade um mundo quimérico onde era rei ou palhaço.» Raul Brandão, A Morte do Palhaço e o Mistério da Árvore [1926], Lisboa, Editorial Verbo, 1972, p. 12.
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3 de maio de 2018
26 de fevereiro de 2018
22 de dezembro de 2017
o desengano de K. Maurício
«Com que sorriso de piedade se desesperava por ter acreditado na arte e na virtude, quando só existe, hirto, o oiro. Aqueles que nascidos sem ilusão, ou que cedo a tinham arrancado, triunfaram, mercê da tenacidade: ele, que passara a mocidade absorvido no Sonho, quando acordou, já tarde, viu-se velho, cambado e escarnecido. E só tinha sofrido...» Raul Brandão, A Morte do Palhaço e o Mistério da Árvore [1926], Lisboa, Editorial Verbo, 1972, pp. 11-12.
2 de novembro de 2017
o Sonho
-- Mas afinal que sonho é esse em que falas?
-- É para lá da vida, é a vida ideal. É talvez o céu. Em arte, é o livro que se entrevê e que gagueja, nunca atingindo o livro que imaginamos. E, em música, a aspereza em lugar dos sons e das vozes misteriosas que ouvimos em certas horas e que não podemos reproduzir.» Raul Brandão, A Morte do Palhaço e o Mistério da Árvore [1926], Lisboa, Editorial Verbo, 1972, p. 8.
2 de outubro de 2017
"e todos de mãos dadas a olhamos com sofreguidão e candura."
«Por melhores e mais conscientes amizades que mais tarde se adquiram, nenhuma chega à dos vinte anos, quando o homem não tem interesses a defender e os sentimentos estão em pleno viço. Não há um de nós que saiba ainda o que vale a existência e todos de mãos dadas a olhamos com sofreguidão e candura.» Raul Brandão, A Morte do palhaço e o Mistério da Árvore [1926], Lisboa, Editorial Verbo, 1972, p. 7.
7 de setembro de 2017
o início de A MORTE DO PALHAÇO E O MISTÉRIO DA ÁRVORE
«[K. Maurício] // A cada passo se formam por aí grupos literários.»
Raul Brandão, A Morte do palhaço e o Mistério da Árvore [1926], Lisboa, Editorial Verbo, 1972, p. 7
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