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30 de outubro de 2019

9 de fevereiro de 2016

o dia da morte de Dostoievski


Fiódor Dostoievski morreu a 9 de Fevereiro de 1881, em São Petersburgo.
Dele leu-se O Jogador.

11 de novembro de 2012

Dostoiévski, 191

Fiódor Dostoiévski nasceu em Moscovo, em 11 de Novembro de 1821.

29 de dezembro de 2011

idealidades

«O dinheiro deve estar tão abaixo de um cavalheiro que quase não vale a pena preocupar-se com ele.»

Fiódor Dostoievski, O Jogador, tradução de António Pescada, Lisboa, Biblioteca de Editores Independentes, 2007, p. 22.

13 de outubro de 2011

sem ilusões

Aquilo que para Rothschild é uma insignificância, é para mim uma grande riqueza, e quanto a vantagens e ganhos, por toda a parte, e não apenas na roleta, os homens não fazem mais que tirar ou ganhar alguma coisa uns aos outros.

Fiódor Dostoievski, O Jogador, tradução de António Pescada, Lisboa, Biblioteca de Editores Independentes, 2007, p. 20.
(desenho: David Levine) 

27 de julho de 2011

e assim começa O JOGADOR

Finalmente regressei da minha ausência de duas semanas. Havia já três dias que o nosso grupo estava em Roletenburgo. Eu pensava que eles esperavam por mim com uma impaciência que só Deus sabe, mas estava enganado. O general olhou-me com extrema indiferença, falou comigo com arrogância e mandou-me ir ter com a sua irmã. Era evidente que eles tinham arranjado dinheiro em qualquer parte. Até me pareceu que o general tinha um certa vergonha de olhar para mim. Maria Filíppovna andava extremamente ocupada e quase não falou comigo, mas no entanto aceitou o dinheiro, contou-o e escutou todo o meu relatório. Para o jantar esperavam Mezentsov, o francezinho e um qualquer inglês; como é costume, assim que há algum dinheiro organiza-se logo um jantar: tal como em Moscovo. Polina Aleksándrovna, quando me viu, perguntou porque me demorei tanto e desapareceu sem esperar resposta. É claro que o fez de propósito. No entanto, precisamos de ter uma explicação. Há muitas coisas acumuladas.

Fiódor Dostoieveski, O Jogador, tradução e notas de António Pescada, Lisboa, Biblioteca Editores Independentes #19, 2007, p. 7. 

a nossa equipa

Fiódor Dostoievski