Mostrar mensagens com a etiqueta Philip Roth. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Philip Roth. Mostrar todas as mensagens

17 de outubro de 2019

o início de A MANCHA HUMANA

«Foi no verão de 1998 que o meu vizinho Coleman Silk -- que, antes de se reformar dois anos antes, fora professor de estudos clássicos no Athena College durante vinte e tal anos, além de ter servido dezasseis como reitor da faculdade -- me confidenciou que, aos 71, tinha um caso com uma empregada de limpeza de 34, que trabalhava na universidade.» Philip Roth, A Mancha Humana, 2.ª ed., tradução de Fernanda Pinto Rodrigues, Lisboa, Leya, s.d., p. 19.

12 de janeiro de 2013

ciência demasiado humana

A história é feita de argumento e contra-argumento. Ou impomos as nossas ideias ou alguém no-las impõe.

Philip Roth, O Animal Moribundo, 2.ª ed.,trad. Fernanda Pinto Rodrigues, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2006, p.96.

30 de março de 2012

...então é isso

O que é o ridículo? Renunciar voluntariamente à nossa liberdade: esta é a definição do ridículo.

Philip Roth, O Animal Moribundo, tradução de Fernanda Pinto Rodrigues, 2.ª edição, Publicações Dom Quixote, Lisboa, 2006, p. 90.

19 de março de 2012

Philip Roth, 79

Philip Roth nasceu em Newark, a 19 de Março de 1933.
(caricatura: David Levine)

24 de dezembro de 2011

oh!, o bicho em nós...

A grande partida biológica que nos pregam é que nos tornamos íntimos antes de sabermos alguma coisa sobre a outra pessoa. No momento inicial compreendemos tudo.

Philip Roth, O Animal Moribundo, tradução de Fernanda Pinto Rodrigues, 2.ª edição, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2006, p.22.














imagem daqui

12 de outubro de 2011

e assim começa O ANIMAL MORIBUNDO

Conheci-a há oito anos. Era minha aluna. Já não ensino a tempo inteiro; rigorosamente falando, já não ensino literatura, ponto final -- há anos que tenho apenas uma aula, um grande seminário sénior sobre escrita crítica chamado Crítica Prática. Atraio uma boa quantidade de estudantes femininas. Por duas razões. Porque é uma matéria com uma atraente combinação de fascínio intelectual e porque elas me ouviram no NRP a fazer crítica de livros ou me viram no Thirteen a falar de cultura. 

Philip Roth, O Animal Moribundo, tradução de Fernanda Pinto Rodrigues, 2.ª edição, Publicações Dom Quixote, 2006, p. 11.

a nossa equipa

Philip Roth

17 de julho de 2011

uma epígrafe de Edna O'Brien

O corpo contém, tanto como o cérebro, a história da vida.

(epígrafe escolhida por Philip Roth para O Animal Moribundo).