Ainda estou na leitura da 1ª parte de A Garça e a Serpente. Aquele impagável Manuel da Cunha e Silva - nomeado chefe da contabilidade do Banco Nacional, preparado para resolver o grave problema das "falhas nos balancetes de depositantes" e, ao mesmo tempo, arguto polemista em torno de matérias de arte - ainda me não convenceu. Curioso é que Francisco Costa - um não modernista - tenha publicado oito sonetos no nº 5 da revista Athena de Fernando Pessoa. Aqui se reproduz a última das quatro páginas desses sonetos.