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31 de janeiro de 2019

o top de 2018



1.º Germinal, de Émile Zola (8 votos)

2.º Os Despojos do Dia, de Kazuo Ishiguro (6 votos)

3.º A Tempestade, de Ferreira de Castro (4 votos) 

4.º Maus, de Art Spiegelman;  Ilhéu de Contenda, de Teixeira de Sousa (3 votos)

6.º O Romancista Ingénuo e o Sentimental, de Orhan Pamuk; Insanus, de Carlos Querido; Um Muro no Meio do Caminho, de Julieta Monginho (1 voto)

sem votos: Donde Viemos - História de Portugal I, de António Borges Coelho; Café República, de Álvaro Guerra; Malditos -- Histórias de Homens e de Lobos, de Ricardo J. Rodrigues

13 de dezembro de 2018

os livros de 2018

A Tempestade, de Ferreira de Castro
Café República, de Álvaro Guerra
Donde Viemos - História de Portugal I, de António Borges Coelho
Germinal, de Émile Zola
Ilhéu de Contenda, de Teixeira de Sousa
Insanus, de Carlos Querido
Malditos - Histórias de Homens e Lobos, de Ricardo J. Rodrigues
Maus, de Art Spiegelman
O Romancista Ingénuo e o Sentimental, de Orhan Pamuk
Os Despojos do Dia, de Kazuo Ishiguro
Um Muro no Meio do Caminho, de Julieta Monginho

11 de julho de 2018

meu lindo Agosto

«Este é o país que nasce e morre em Agosto, ao ritmo das visitas dos emigrantes.» Ricardo J. Rodrigues, Malditos -- Histórias de Homens e de Lobos, Lisboa, Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2014, p. 37.

11 de abril de 2018

"Aqui há lobos"...

«Aqui há lobos que sobrevivem contra todas as probabilidades, que encontram caminhos para perpetuar a espécie, que caçam como não devem e são caçados como não podem.»  Ricardo J. Rodrigues, Malditos -- História de Homens e de Lobos, Lisboa, Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2014, p. 14.

5 de janeiro de 2018


"HÁ CADA VEZ MENOS PASTORES NOS VALES, HÁ CADA VEZ MENOS LOBOS NOS MONTES, MAS HÁ CADA VEZ MAIS ESTRADAS PARA CHEGAR AOS VALES E AOS MONTES"
Malditos, pag. 13

Eu, com as minhas origens rurais e idade já considerável, testemunhei tempos, para mim inesquecíveis, de harmonia entre o Homem e a Natureza e sobretudo de desfrute total desta por aquele (apesar de algumas quezílias entre mamíferos). Mais tarde, usufruí das delícias da tecnologia e do consumismo. O que sinto, ao olhar para trás? Uma sensação de de vazio, de perda, que tem todos os sintomas de irreparável. O mundo rural desapareceu; o que resta no seu lugar é um cenário de solidão e abandono, uma paisagem para turista ver. As poucas aldeias ardem... Restam as cidades... Por enquanto...