Ferreira de Castro morreu no Hospital de Santo António, no Porto,
em 29 de Junho de 1974


na visita a alguns dos locais referidos nas histórias.
junto ao Munda (Mondego), que o nosso primeiro herói terá escolhido para habitar, a coberto das esculcas invasoras. Na margem direita (à esquerda, na foto) lhe terá sido prestada a homenagem final, com um grito uníssono da Lusitânia."- Ai é?! Mil litros?!
Passou-se a palavra, e a partir desse dia, a Josefa do Estêvão, a Maria José Marcos, a mulher do José Espanhol, a Antónia do Bernardo e outras vizinhas e amigas passaram a calcular, dia a dia, o consumo de água como se fosse azeite, (indo amparando com uns cântaros da fonte, para que os mil litros de direito dêem para comida, bebidas e lavagens, porque, para os trapos, o ribeiro leva muita, graças a Deus.) " in Linhas entre Nós, J. A. Marcos Serra, Ed. de autor, 2015, P. 58

(primeiro Sanatório experimental, por iniciativa do Dr. Sousa Martins), com a Fraga da Cruz a impor-se, de vários ângulos, à sua admiração curiosa e aventureira.
Do seu cume, a vila parece despenhada lá no fundo, depois de um voo no vazio: arrepie-se.
Naquela noite, depois da conversa com o pastor, saiu de casa, vigiado pela Dourada, sua cadela de estimação, subiu ao Fragão do Corvo, e, esmagado pela calote de estrelas e a visão bruxuleante de Manteigas, lá no fundão do Zêzere, (disse a guardiã), chorou.