3 de maio de 2017

os olhos ilegais

«Ele recomeçou o andamento, mas os seus olhos volviam, teimosos, ilegais, à fachada e á praça, como ao horizonte onde se espera que uma terra se defina sob o nevoeiro do litoral.»

Ferreira de Castro, A Experiência [1954], 11.ª ed., Lisboa, Cavalo de Ferro, 2014, p. 10. 

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