FERREIRA DE
CASTRO sobre “Poemas de Deus e do Diabo” (1925), de José Régio. A edição
recente de “Quasi Edições” reproduz a capa original de Júlio: as tentações da
alma – mundo, diabo e carne – sob o olho de Deus.
Crítica publicada
no nº 301, de 22/4/1926, do magazine “ABC”:
«É um poeta,
um autêntico poeta, este José Régio que agora solta o primeiro grito desde o
campo, até aqui silente, do seu anonimato» – diz FERREIRA DE CASTRO. Acrescentando: «José
Régio, sem estar abertamente situado sobre os cubos ultraístas, é, contudo, um
poeta moderno – um temperamento que procura, inquietamente, as novas formas.»