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3 de agosto de 2025

as aberturas de OS MEUS AMORES

21. «Parábola dos sete vimes». «Era uma vez um pai que tinha sete filhos.»

20. «O conto das artes diabólicas». «Era uma vez um padre que tinha um afilhado.»

19. «O conto da infeliz desgraçada». «Era uma vez um rei...»

18. «O conto das três maçãzinhas de ouro». «Era uma vez um pai que tinha sete filhos.»

17. «Manuel Maçores». «Passava pouco do meio-dia quando o Manuel Maçores, que andara a lavrar toda a manhã, seguia com os bois para o lameiro do amo, numa encosta que ia dar ao rio.»

16. «Mater Dolorosa». «Aquele amor da Luísa pelo seu filhinho tocava as raias da idolatria!» 

15. «Manhã bendita». «Em casa do José Grilo, quando de manhãzinha lhe bateram à porta -- "Truz, truz, truz!" --, acordaram todos sobressaltados: "Quem demónio seria?!..."»

14. «António Fraldão». «Noite velha, saía o António Fraldão da casa da Alonsa, quando viu, a curta distância, escoar-se um vulto que parecia de gente.»

13. «"Vae Victis!"». «Não estava ninguém na fonte quando a Luísa, de cântaro deitado sobre a cabeça, ali chegou.»

12. «À lareira». «Louvado seja Deus, aquela casa da Tia Maria Lorna era das mais remediadas lá da aldeia, e até das mais alegres.»

11. «A Choca». «Aquela tarde, a Choca recolhera ao poleiro mais cedo do que o costume.»

10. «Luzia». «Mesmo ao fundo da povoação ficava, parece que já esquecida, a casita do António Valente.»

9. «"Terra Mater"». «Manhã de Julho.»

8. «Mãe!». «Bela cabra, a Ruça! -- posso dizê-lo aos senhores.»

7. «"Abyssus abyssum"». «Nesse dia, os dois pequenitos tinham jurado que haviam de ir ao rio.»

6.2. «Balada s - II. - Para a escola». «No velho casarão do convento é que era a aula.»

6.1. «Baladas - I. - Maricas» «Vocês lembram-se da Maricas, aquela magrinha de cabelos muito castanhos, quase louros, que morava defronte da redacção, lembram-se?»

5. «"Vae Victoribus!"». «Em Dezembro, às seis é noite cerrada.»

4.2. «Comédia da província - II. Tipos da terra». «Desembarcaram num largo.»

4.1. «Comédia da província - I. Prelúdios de festa». «Este ano, a Festa da Senhora das Dores devia ser coisa de estalo.» 

3. «Última dádiva». «Distante do rio apenas um tiro de bala ficava o horto do José Cosme, belo horto, ainda que pequeno, todo mimoso de frutas e hortaliças, fechado entre velhas paredes musgosas, atufadas em silvedo, comunicando com a estrada por um pequeno portelo mal seguro.»

2. «Sultão». «Ao cair da tarde, o Tomé da Eira entrava em casa cansado, esfalfado de andar um dia inteiro a mourejar no campo.»

1. «Idílio rústico». «Quando atravessou a povoação, rua abaixo, com o rebanho atrás dele, era ainda muito cedo.»


Trindade Coelho, Os Meus Amores [1891], Mem Martins, Publicações Europa-América, s.d.

16 de março de 2013

como um espelho

Há muita gente que bota logo maldade, e as mulheres, coitadas, são como um espelho: qualquer bafo parece que as suja...

Trindade Coelho, «Manuel Maçores», Os Meus Amores (1891), Mem Martins, Publicações Europa-América, 3.ª ed., s.d., p. 204.

18 de junho de 2012

TRINDADE COELHO

Por certas razões tenho lido nos últimos dias algumas passagens de In Illo Tempore. Então aqui fica esta espécie de ex-voto que celebra os milagres de Stª Sebenta, no palavrório latino Beataque Maria Sebentacea. Pode encontrar-se a páginas 178 da sétima edição da Portugália Editora.
Um pouco mais à frente, vem o epitáfio a inscrever na sepultura do litógrafo Manuel das Barbas, grande divulgador da ciência dos lentes:
Aqui jaz Manuel; descansa!
Trabalhou muito, e bebeu…
Litografava as sebentas,
Mas foi feliz: – nunca as leu.

Trindade Coelho, 151

Trindade Coelho nasceu em Mogadouro, a 18 de Junho de 1861

26 de janeiro de 2012

uma epígrafe de Almeida Garrett

Mas são flores que nascem na serra
Onde todo o seu mundo se encerra,
Porque aí tem -- o seu bem -- seus amores.

                               A Adélia, apud Bernal-Francês.




n'Os Meus Amores, de Trindade Coelho

30 de outubro de 2011

uma epígrafe de Gil Vicente

Mal haya quien los envuelve
Los mis amores;
Mal haya quien los envuelve.

Auto dos Quatro Tempos

(à porta de Os Meus Amores, de Trindade Coelho) 

19 de agosto de 2011

uma epígrafe de Camões

Nem no campo flores,
Nem no céu estrelas,
Me parecem belas
Como os meus amores

Endechas a Bárbara Escrava

(escolhida por Trindade Coelho para Os Meus Amores)

16 de julho de 2011

resenha de 2009 (3)

Trindade Coelho, Os meus Amores (Março). Um estilo correcto e sereno; contos serenos e correctos. Por vezes, alguma tensão desponta no idílio de província que nos tenta ser transmitido. Um livro de outro tempo.

a nossa equipa

Trindade Coelho por Rafael Bordalo Pinheiro