«Morto el-rei Dom Afonso, como haveis ouvido, reinou seu filho o infante D. Pedro, havendo então de sua idade, trinta e sete anos e u mês e dezoito dias.» Fernão Lopes, Crónica de D. Pedro, edição de António Borges Coelho, Lisboa, Livros Horizonte, 1977, p. 45.
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3 de maio de 2023
31 de janeiro de 2019
o top de 2018
1.º Germinal, de Émile Zola (8 votos)
2.º Os Despojos do Dia, de Kazuo Ishiguro (6 votos)
3.º A Tempestade, de Ferreira de Castro (4 votos)
4.º Maus, de Art Spiegelman; Ilhéu de Contenda, de Teixeira de Sousa (3 votos)
6.º O Romancista Ingénuo e o Sentimental, de Orhan Pamuk; Insanus, de Carlos Querido; Um Muro no Meio do Caminho, de Julieta Monginho (1 voto)
sem votos: Donde Viemos - História de Portugal I, de António Borges Coelho; Café República, de Álvaro Guerra; Malditos -- Histórias de Homens e de Lobos, de Ricardo J. Rodrigues
13 de dezembro de 2018
os livros de 2018
A Tempestade, de Ferreira de Castro
Café República, de Álvaro Guerra
Donde Viemos - História de Portugal I, de António Borges Coelho
Germinal, de Émile Zola
Ilhéu de Contenda, de Teixeira de Sousa
Insanus, de Carlos Querido
Malditos - Histórias de Homens e Lobos, de Ricardo J. Rodrigues
Maus, de Art Spiegelman
O Romancista Ingénuo e o Sentimental, de Orhan Pamuk
Os Despojos do Dia, de Kazuo Ishiguro
Um Muro no Meio do Caminho, de Julieta Monginho
29 de outubro de 2018
um país atlântico
«As ilhas da Madeira e dos Açores constituíram e constituem um compromisso diário com o mundo atlântico e os países dos vários continentes que povoam a nossa história marítima.» António Borges Coelho, Donde Viemos - História de Portugal, vol. I (2010), 2.ª ed., Lisboa, Editorial Caminho, 2015, p. 13.
24 de julho de 2018
"o rigor e o prazer da palavra"
«Escrevo esta História ao rés da fala. Sem dalmática, questiono. Não sigo o cânone. Persigo o rigor e o prazer da palavra.» António Borges Coelho, Donde Viemos -- História de Portugal I [2010], 2.ª ed., Lisboa, Editorial Caminho, 2015, p. 11.
23 de abril de 2018
as palavras e as ideias
«As ideias têm outra luz antes de se esconderem nas palavras. Explodem na treva antes de arrefecerem nos sinais. Mas quanta luz se ganha no manuseio, na interrogação, no vocabular das palavras.» António Borges Coelho, Donde Viemos -- História de Portugal, vol. I [2010], 2.ª ed, Lisboa, Editorial Caminho, 2015, p. 11,
2 de março de 2018
21 de fevereiro de 2018
16 de fevereiro de 2018
É COM ALEGRIA
que sossego os caros confrades, informando que o meu exemplar de DONDE VIEMOS já apareceu.
Estando eu, há dias, e pela enésima vez, a percorrer atentamente (?) com o olhar as lombadas da estante onde pensava que ele podia acoitar-se, eis que ouço uma voz escarninha, vinda da prateleira do meio, mesmo à frente dos meus olhos: "Estou aqui, ó seu zarolho!"
Perdoando-lhe a irreverência, peguei nele e segredei-lhe ao ouvido: «Tens toda a razão; estou a ficar velho e cegueta».
Depois, comecei a devorá-lo...
Chegado à página 71, deparei com este poema escrito a duas mãos por Marcial e A. Borges Coelho:
«No fundo do vale mugem os touros bravios», e pelo «campo selvoso», a farta Ceres mostra os cereais e os frutos, as «ânforas exalam o odor dos produtos outonais». E vagueia toda uma turba de vitelos, cordeiros, porcos que «seguem o avental da caseira», gansos, pavões, pombos, galinhas de Rodes, faisões de Colcos, galinhas pedreses da Numídia. A tez cor de leite dos escravos da casa denuncia a origem do Norte europeu. O podador transporta as uvas tardias, o pedagogo e o quinteiro exercitam os jovens brincalhões, o dispenseiro e até o «efeminado eunuco» se comprazem no trabalho. Os camponeses da vizinhança, por certo dependentes, vêm saudar o patrão, trazendo mel e queijo.
Boa leitura e
ATÉ DIA 2!
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