«Para mais, Zé Limão era um maltês e sabe-se lá que noite escura é o passado dessa gente!...»
Manuel da Fonseca, Aldeia Nova, 7.ª edição, Lisboa, Editorial Caminho, 1984, p. 82.
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24 de novembro de 2012
Sabe-se lá...
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27 de outubro de 2012
de certeza que algo se vai passar...
Pendia a cada passo. Na cara enrugada, a boca distendia-se num riso canalha e os olhos, que nunca fitavam ninguém, pareciam guardar uma névoa que alastrava como se constantemente chorassem lágrimas que nunca caíam [...]
Manuel da Fonseca, «Névoa», Aldeia Nova, 7.ª edição, Lisboa, Editorial Caminho, 1984, p. 81.
(imagem)
Manuel da Fonseca, «Névoa», Aldeia Nova, 7.ª edição, Lisboa, Editorial Caminho, 1984, p. 81.
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29 de janeiro de 2012
porque gosto tanto do Manuel da Fonseca
porque esta atmosfera, para além do real, impregna a sua escrita:
Na madrugada escura, o homem ergueu o peito e soprou no búzio o último aviso. O som atravessou a vila e ganhou eco na encosta do castelo, estalando como um ai. Cães responderam com uivos, de focinho curvo para o céu, e um galo, atónito ante tanto mistério, gritou pelo Sol.
«Sete-estrelo», Aldeia Nova (1942), 7.ª edição, Lisboa, Editorial Caminho, 1984, p. 63.
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