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2 de outubro de 2018

aprender com Victor Hugo

«O que acarretará ser avô? Como pai não foi lá grande coisa, apesar de dar o seu melhor. Como avô, provavelmente, também ficará abaixo da média. Faltam-lhe as virtudes dos velhos: serenidade, bondade, paciência. Mas talvez essas virtudes ainda venham a surgir, tal como outras desapareceram: a virtude da paixão, por exemplo. Tem de ler novamente Victor Hugo, o poeta dos avós. Poderá aprender alguma coisa.»  J. M. Coetzee, Desgraça,  [1999], trad. José Remelhe, Lisboa, Biblioteca Sábado, Lisboa, 2008, pp. 194-195.

22 de maio de 2016

26 de fevereiro de 2014

Victor Hugo, 212


Victor Hugo nasceu na cidade francesa de Besançon, a 26 de Fevereiro de 1802.

1 de janeiro de 2014

o início de NOSSA SENHORA DE PARIS

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Completam-se hoje trezentos e quarenta e oito anos, seis meses e dezanove dias que os parisienses despertaram ao repique de muitos sinos badalando no tríplice recinto da Cidade, da Universidade e da Vila.

Victor Hugo, Nossa Senhora de Paris, tradução revista por Jorge Reis, Lisboa, Guimarães Editores, s.d.

19 de setembro de 2011

um biógrafo português de Diderot

Antes de me lançar ao próximo livro, apeteceu-me reler a sucinta biografia Diderot e a Sua Época, de Jaime Brasil, publicada nos magníficos «Cadernos Culturais» da Editorial Inquérito, em Fevereiro de 1940.
Brasil foi um cultor do género biográfico, como poucos entre nós (Mário Domingues e Agostinho da Silva serão os casos mais salientes). Senhor de um grande estilo, jornalístico, na melhor acepção da palavra, dedicou-se a esquadrinhar as vidas de Ferreira de Castro (de quem foi grande amigo), Diderot, Victor Hugo, Zola, Rodin, Leonardo (esta recentemente reeditada), Velázquéz, Balzac... -- para além de outros géneros literários: da polémica à reportagem, da divulgação científica à bibliografia, sem esquecer as traduções ou a epistolografia, em que foi exímio.
Durante esta semana, colocarei uns pòzinhos deste estudo biográfico, que, diga-se, foi escrito em Paris, cidade em que se exilou até à ocupação alemã, que ainda viveu.