8 de janeiro de 2016

assim começa O SENHOR DOS NAVEGANTES

«Branca, airosa, pequenita, erguida sobre o tope de uma colina, a Capela do Senhor dos Navegantes divisava-se de longe, como um farol.»

Ferreira de Castro, O Senhor dos Navegantes (1954), Lisboa, Expo'98, 1998, p. 7.

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