7 de março de 2014

para sempre seja louvada!...

Regresso aO Amor nos Tempos de Cólera, de Gabriel García Márquez, quase um quarto de século após a primeira leitura. Não só nada se perdeu do encanto desta história de amores contrariados, penados e gloriosamente recuperados, como o cabedal de leitura entretanto granjeado e a vivência decorrida desde essa época de jovem adulto me deram, à uma, a faculdade de reconhecer a mestria literária quando a tenho diante dos olhos, essa mestria que já então me deslumbrara -- um deslumbramento talvez ingénuo e pouco contaminado -- quando lera este e mais livros do Gabo; e à outra, a noção clara e firme de que este romance encerra uma das grandes personagens femininas da literatura universal, Fermina Daza. Por isso, louvada seja a Literatura!

11 comentários:

  1. Aqui está como uma velha (e talvez bafienta) jaculatória católica serve à medida numa coisa que mais profana não podia ser...!
    Eu, como fiel incondicional, respondo:
    "Louvada seja, para sempre!"

    (F. Faria)

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    1. Prezado F. Faria, a minha resposta foi lá para baixo...

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  2. Oh, caro amigo!, não o sabia um blogger... Está, portanto, intimado a integrar esta confraria!
    um abraço

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    1. Amigo Ricardo, se a mim se refere, e penso que sim, tenho a responder que não sou um blogger! Abri o Sincera-mente mais para participar, comentando, em blogues de amigos. E, mesmo isso, raramente faço.
      Acho que sou mais ou menos artolas para manobrar aquilo e, por outro lado, não produzo substância que possa dar-lhe conteúdo.
      Mas prometo vir aqui mais vezes e "meter a fateixa" de vez em quando.
      Abraço!

      F. Faria

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  3. Respostas
    1. Foi pena não termos tido mais tempo para dissecar a questão...
      Parece que a linha que separa as duas coisas é mais diáfana do que a do reclame.
      Eu cá não tive dúvidas em classificar o texto como prosa. Mas, se calhar, se o tivesse lido com outro ritmo e entoação...

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    2. Pois foi. Eu a Adelaide e o Zé Laurindo ainda fomos tomar um café e continuámos a conversar. Quando houver sessão às quartas, teremos mais oportunidades de debater.

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